E por falar em educação...
Que calamidade foi aquela no Rio de Janeiro?
Nos coloquemos por favor, no lugar daquelas pessoas que passaram pela tragédia e conseguiram sair ilesas sem perder nenhum ente querido... Será que teríamos coragem de continuar morando em áreas de risco? Será que ao comer qualquer alimento, ou fumar um cigarro, etc... lembraríamos do caos e de todo sofrimento passado? E como professora? Assistindo tudo ao vivo ou pela televisão, aproveitaríamos a ocasião para dar "AQUELA AULA" sobre EDUCAÇÃO no meio ambiente e cidadania? E quanto aos governantes? Qual o tamanho da culpa deles? Fiquem a vontade com seus comentários.
2 comentários:
Isso vem de muito tempo, de muito tempo mesmo, chega a ser uma espécie de cultura, quase que em todos os centros urbanos do norte ao sul deste país se vê construções em áreas de risco, e os governantes nada fizeram e ainda nada fazem, e só o fazem quando a coisa atinge a fatalidade e a divulgação por parte da mídia. A ocupação em nossas encostas é alarmante, e a vistoria precária, e há um fator determinante, que é o fator educação, ou melhor, o fator falta de educação, pois os próprios habitantes fazem das encostas uma rampa para o lixo, o seu próprio lixo, e isso acumulado com o fator do desmatamento não dá um bom resultado não. Eu penso o seguinte; é preciso haver um projeto de conscientização com a máxima urgência, conscientização tanto por parte do governo que faz vista grossa, e muitas das vezes até incentiva a ocupação, como foi o caso de Niterói, quanto por parte do povo que além de ocupar (muitas das vezes por falta de opção!) estas áreas que não são apropriadas para construções, ainda não mantém uma boa condição de higiene do lugar em questão, aí infelizmente, dá no que deu, morro abaixo e tudo o mais que a água encontrar. Agora a questão das inundações no asfalto, há duas soluções bem simples e iniciais, deixar vago um pouco de terra no leito dos rios (ou valões) para que água tenha por onde escoar, ao invés disso ele constroem galerias até o nível da ruas, ai acontecem as cheias, pois as bocas de lobos não dão vazão pela própria abertura, quanto pelo lixo acumulado e despejado de qualquer maneira nas vias públicas, e também teriam que cobrir essas mesmas vias com asfalto poroso, para que se sugue a água, a questão da aplicação deste último, eu já escutei que ficaria por demais caro, mas é bom lembrar que caro é a vida, sempre, e seja a vida tanto de gente, quanto do que ainda resta da nossa mata atlântica, só sete por cento dela resiste a ação do homem, mas isso já seria uma outra história...
Abraços e parabéns pela iniciativa!
Valeu amigo! Obrigada mais uma vez...
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